Evolução da especificação de acessibilidade
A especificação de acessibilidade do Banco Carrefour evoluiu de um documento extenso e pouco operacional para um sistema prático, reutilizável e integrado ao fluxo de design. Permitindo que acessibilidade deixasse de ser etapa final e passasse a fazer parte da construção do produto desde o início.
Objetivo
Evoluir a especificação de acessibilidade para um modelo mais simples e aplicável no dia a dia. A proposta era reduzir complexidade e tornar o uso mais consistente entre diferentes times.
- Tornar a especificação mais prática
- Facilitar o uso por design, dev e QA
- Integrar ao fluxo e ao design system
Problema
A versão anterior era extensa e pouco operacional, o que gerava dúvidas, retrabalho e inconsistências. Muitos problemas de acessibilidade já surgiam no design, mas não eram bem especificados.
- Leitura difícil e excesso de texto
- Processo manual e repetitivo
- Baixo alinhamento entre times
- Diferenças entre Android e iOS não consideradas
Processo
Conduzi um diagnóstico com especialistas e times, analisando o fluxo completo e identificando gargalos. A partir disso, explorei formas de simplificar, padronizar e automatizar a especificação.
- Mapeamento de dores reais
- Análise do fluxo design → dev → QA
- Identificação de redundâncias
- Testes com biblioteca e automações no Figma
Solução
Reestruturei a especificação como um sistema mais escalável, integrado ao design system e com foco em reutilização.
- Componentização da acessibilidade
- Biblioteca no Figma com padrões
- Checklist objetivo para designers
- Automação da ordem de navegação
- Documentação complementar e suporte
Resultado
A nova abordagem trouxe mais clareza, eficiência e consistência, além de fortalecer a cultura de acessibilidade no time.
- Redução de retrabalho
- Melhor alinhamento entre áreas
- Especificação mais rápida de aplicar
- Acessibilidade considerada desde o início